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Mensagens

Pimentos mini recheados com feta e azeitonas

O acompanhamento de hoje surgiu de improviso, mesmo ao 117 minutos do jogo. Já no prolongamento. Tinha eu começado por comer uma pequena porção de pimentos mini grelhados no forno, quando tive a feliz ideia de os rechear com queijo feta fresco. Sim, há imensas receitas na Internet que fazem esta deliciosa mistura com pimentos e queijo. Daí que hoje não vou postar aqui a receita. O modo de fazer também é ridiculamente simples.  Basta temperar os pimentos mini com sal, pimenta, alho, azeite e manjericão e leva-los para assar, com algumas azeitonas (verdes e pretas), em forno aquecido a 200º C. De seguida, só é cortar-lhes a parte mais fina encher com o queijo feta e com as azeitonas. Para finalizar, regar com o azeite do assado e umas gotas de vinagre balsâmico. Os pimentos mini são bastante mais doces que os de tamanho normal. A combinação com o salgado do queijo, o sabor acre das azeitonas e o ácido do vinagre deixou-os deliciosos. Um prato a repetir, intencionalmente.

Gelado de caramelo

Mais um dia quente, mais uma desculpa para fazer outra sobremesa gelada. E hoje, em jeito de celebração. A ideia para o gelado de caramelo foi do meu filhote e eu resolvi testar uma receita própria. O mais interessante é que eu não usei a sorveteira e ficou ultra cremoso, na mesma. Para fazer esta delícia eu usei: 1 chávena de açúcar; 1 pitada de sal; 1  gema; 1 clara; 400 ml de natas para bater. O primeiro passo foi preparar o caramelo. Derreti o açúcar e quando estava derretido juntei uma pitada de sal e parte das natas e mexi rapidamente. De seguida, numa batedeira para bolos,  bati a gema do ovo até obter um creme esbranquiçado. Deitei  um pouco do caramelo ainda quente à gema batida e fui deitando o restante do caramelo aos poucos, sempre batendo em velocidade média, para não espirrar. Deixei a mistura  arrefecer um pouco e juntei o restante das natas. Meti no frigorífico por um hora. Quando estava bem frio, voltei o creme à batedeira, acrescentei...

Granizado de morango e groselha

Chegou a época dos gelados, sorvetes e granizados. Sobremesas e sumos frescos para amenizar o calor. É possível fazer granizados de inúmeras maneiras. A que eu encontrei e, pareceu-me a mais fácil, porque não precisa de planeamento, é uma combinação de fruta (se for da época melhor) e gelo. Tudo para o processador e pronto! Desde que haja gelo são precisos apenas cinco minutos de preparação. A receita é bastante adaptável. Adoçado com açúcar para agradar os paladares dos mais pequenos; só com a fruta, para os que gostam de um refresco saudável ou com a adição de bebida alcoólica (Gin, Champagne, Vodka, Cachaça...) para os adultos. Para o meu granizado utilizei apenas, uma couvette de gelo com groselha e 300 g de morangos maduros. Bati tudo no copo liquidificador.  Renderam-me dois copos.

Beringela assada com quinoa e molho de iogurte

Eu resolvi dar as boas vindas à nova estação com uma receita simples, saudável e saborosa. Aquela do tipo 3s, como eu costumo dizer. A minha taça de beringela assada é uma receita improvisada com as sobras, mas que não deixa de ser deliciosa e cheia de charme. Como eu já tinha a beringela assada do jantar de ontem, meu único trabalho foi cozer a quinoa e fazer o molho de iogurte. Por isso, não levou mais que 20 minutos. Para fazer de raiz, seria preciso de, no mínimo 50 minutos. Para o assado de beringela eu usei: 1 beringela grande (cortada em fatias de 0,5 centímetros); 1 courgette grande (cortada em fatias de 0,5 centímetros); sal q.b.; pimenta q.b.; 3 colheres de sopa de azeite; 75 ml de vinho branco; 4 dentes de alho com casca, levemente esmagados; orégão; tomilho; Numa forma, misturei todos os ingredientes e meti no forno, a 200ºC, por 50 minutos. Até os legumes ficarem bem tenrinhos. Para legumes mais "al dente", basta diminuir o tempo de forno. Para o...

Sorvete de abacate e iogurte

Tem melhor que uma sobremesa gostosa, fresquinha e saudável para enfrentar o calor? O sorvete de abate combina deliciosamente estas três vertentes. E mais: é super fácil de preparar. Não leva mais de 10 minutos e é uma boa forma de entreter os miúdos.  Tudo de que eu precisei foi de um abacate maduro  (240 g), iogurte grego  (240g), três colheres de sopa de mel e sumo de uma lima. Tudo batido num processador de alimentos e distribuído em formas apropriadas. À receita da chefe Georgina Fuggle eu apenas tive a ideia de incorporar  uma capa de chocolate negro. Mas tenho de dizer que a capa de chocolate foi extremamente difícil de retirar. Rendeu-me 5 sorvetes de tamanho médio. Esses gelados souberam-me tão bem, que até já pensei num "upgrade" destes sabores para os paladares dos mais crescidos.

Tapioca colorida

A Rita Lobo tem sido uma inspiração na minha cozinha. Foi com ela e a equipa do Panelinha que eu aprendi a fazer a receita de hoje: tapioca de espinafre. A verdade é que essa mesma tapioca pode ter várias cores e sabores. Tudo depende do ingrediente combinado à agua para a hidratar. A Rita, por exemplo, usou sumo de beterraba. Eu usei sumo de espinafres e quem sabe o que virá a seguir. Tão interessante quando colorir a tapioca foi a descoberta de uma nova forma de a hidratar. Não é e nem nunca foi preciso estar tão preocupada com as proporções de polvilho doce e água, como eu sempre estive. A água a mais pode ser descartada, sem prejuízo ou desperdício de polvilho. Pois, uma vez hidratado, o polvilho cola-se no fundo do recipiente, permitindo deitar fora a água abundante. Para esta tapioca verde é preciso : 250 g de polvilho doce; Sumo de espinafre (cerca de um copo). Como fazer: Depois de misturar o sumo ao polvilho, deixei descansar no frigorífico por 8h. Retirei a água...

Pão de batata doce

Quando eu me pergunto o que realmente eu desejo comer, a resposta nunca vem pronta. Penso num molho e, só depois, que pratos seria possível preparar com aquele determinado molho. Penso massa e nunca lasanha ou espaguete, por exemplo. Ontem, ao me questionar a resposta foi, de primeira, batata doce . Tanta comida boa para fazer com batata doce. Eu poderia ter ficado no puré, mas acabei por encontrar esta  receita  de pão de batata doce, que até me fez revirar os olhos. Terminei o jantar e meti a mão na massa, literalmente. Como eu tinha muita vontade de comer batata doce, eu devorei umas três unidades do pãozinho (são bem pequenas as bolinhas), ainda quente. Adoro o pão quando sai do forno. Naquela temperatura em que a manteiga derrete sozinha e escorre indecentemente pelas mãos.O pãozinho era bom, mas era bem menos do que eu esperava. Mas há experiências pelas quais temos de passar na vida. E, na cozinha, é igual. Vou tentar refazer noutra altura.

Scones de aveia

Em tempos, conversando com uma amiga, ela contava-me que fazia lá para casa a receita de scones da Bimby. Tinha a receita de cabeça, tantas eram as vezes que a tinha repetido. Ora, no último feriado eu resolvi testar a famosa receita, mas tive a feliz (ou infeliz ideia) de trocar a farinha de trigo por farinha de grão-de-bico. Eu adorei, mas os meninos não ficaram muito convencidos. Dias depois testei novamente a mesma receita, mas com farinha de aveia. Que bom que funcionou! E a aprovação foi geral. É uma receita para a Bimby (Thermomix). Ainda não tentei fazer sem este processador.  Quentinhos, com manteiga e geleia são deliciosos.

Bolo mousse de chocolate, queijo mascarpone e frutos vermelhos

Esta é uma receita inspirada, mais uma vez, no bom gosto e na maestria de Yotam Ottolenghi que, apesar do uso de ingredientes incomuns tem-se tornado uma referência para mim. Não apenas na combinação de sabores, mas no modo rústico-cheio-de-charme como dispõe a comida no prato. A ideia é simples, um bolo "quase tarte" para se comer com a colher. Um "bolo festivo", exatamente como o chamou Sam Sifton, editor da coluna " Cooking" , publicada no jornal  The New York Times . Ottolenghi apresentou um bolo às camadas, alternando uma esponja de chocolate negro com um creme de chocolate branco e frutos vermelhos. Prescindi, nesta versão, do chocolate branco, mas vou deixar cá ficar o link para a receita original , para o caso de querer lhe ser fiel um dia. Para este bolo eu usei: 6 gemas (125 g); 6 claras (200 g); 220 g de chocolate 70% cacau; 220 g de açúcar superfino; 1 colher de sobremesa de vinho do porto. Para o recheio e cobertura eu usei: 25...

Brownie com pistachos

Versátil, é delicioso para acompanhar o café ou servido com sorvete, na sobremesa Gosto de chocolate em todas as suas formas e feitios. E, se ele vier combinado com frutos secos, a emprestar o seu sabor intenso a um bolo... Então, é aí que não o consigo resistir. Hoje preparei um brownie de chocolate, com nozes, amêndoas e pistachos. Normalmente, na receita do brownie costuma-se ficar pela noz. Na verdade, reza a lenda que o brownie, inicialmente, era feito apenas com chocolate, manteiga, farinha, açúcar e ovos. Só muito mais tarde é que os americanos (seus inventores) vieram a acrescentar frutos secos. A receita que posto aqui foi adaptada de um livro da Bimby (Thermomix), mas é totalmente possível executá-la com uma batedeira para bolos. Eis o que usei: 150 g de chocolate amargo (70% cacau); 150 g de açúcar amarelo (ou 100 g de açúcar de coco); 2 ovos; 100 g de manteiga; 70 g de farinha de trigo; Uma colher de chá de fermento em pó; 50 g de pistachos; 50 g ...

Polenta com queijo e molho vermelho

Quando fui às compras no início desta semana, trouxe para casa um pacote com um quilo de bifes de peru. Para uma família com três pessoas, sendo uma delas uma criança, a porção é enorme. Quando acontece de comprar carne a mais, porque o preço compensa, tenho de partir em busca de receitas que façam a mesma carne parecer diferente e apetitosa, cada vez que a ponho na mesa. Depois do rolo de peru, dos bifinhos grelhados, resolvi cortá-los em tiras para compor o molho da minha polenta com queijo. O preparo da polenta não tinha segredo. Bastava seguir as instruções do fabricante. Mas hoje dei por mim mais ousada e, no lugar de cozer 250 g de polenta num litro de água, substituí 100 ml de água pela mesma quantidade de sumo de laranja. Transferi a polenta para um refratário e, ainda quente, sobrepus pequenos pedaços de queijo . Só porque ando tentando evitar as gordices. Do contrário, caprichava no queijo. O molho vermelho é já uma outra história. Cada pessoa tem uma receita dife...

Rolo de peru e quinoa com brie

Dando uma pequena pausa nos doces (até sexta-feira!), continuo na senda dos alimentos saudáveis. Eu super acredito no poder dos superalimentos, mais nuns que noutros. Por este motivo, tento, sempre que posso,  incluo,  no menu semanal, ingredientes como a quinoa, a chia, o brócolos, o espinafre, as bagas e por aí afora.  O prato de hoje foi ao encontro desta minha crença: porque não misturar a quinoa ao rolo de carne? Mais do que isto. Por quê não utilizar carne de peru? Foi assim que eu idealizei este rolo de peru com quinoa. Depois bastou um random nos meus blogs de culinária prediletos para encontrar o recheio perfeito. O melhor deste rolo é que fácil de preparar. E, se tiver sobras de quinoa do dia anterior,  já é meio caminho andado. Ingredientes que eu precisei para executar esta receita* : 350 gramas de peito de peru; 150 g de quinoa cozida; 1/2 cebola; alho; sal; pimenta; cominhos; salsa; sumo de limão; 200 g de queijo brie; ...

Berinjela assada com molho de iogurte

Sempre me senti atraída pelos pratos do Ottolenghi. No entanto, executar as suas receitas é uma tarefa quase hercúlea. Para além de não ser nada fácil encontrar os ingredientes que ele e a sua equipe propõem, por vezes, a lista de ingredientes é tão extensa que cansa até a mais entusiasmada aspirante à cozinheira. E não sou a única a dizer isto. Por isso, quando encontro uma receita "fácil", não hesito. Hoje proponho uma desconstrução das berinjelas assadas com molho de iogurte, cuja receita, publicada originalmente no livro, "Plenty", pode ser obtida neste  link . O livro não apenas traz a receita, como a sua fotografia está estampada na capa. Por quê desconstrução? Na receita original, Yotam Ottolenghi sugere que cortemos a berinjela ao meio, por meu turno, preferi cortá-las aos cubos. Desta forma, consigo servir em pequenas porções, como entrada ou petisco. Também substitui as sementes de romã por framboesas congeladas e desfeitas em pequenas "pérolas...

Bolo de mandioca e coco

Depois de alguns dias de sol intenso, a chuva regressou. Cinzento, o dia hoje amanheceu perfeito para um café da tarde na conversa, com uma boa chávena de café e, claro, um bolo cremoso e generoso no açúcar, daqueles de avó. Ontem, assistindo a um programa de culinária pela televisão, uma das receitas me fez crescer água na boca: bolo de aipim e coco. Como há algum tempo que o coco fresco ou seco aparece com regularidade na minha lista de compras, eu só precisava do aipim (mandioca) para a receita ideal. Fui a primeira vez que eu fiz um bolo de aipim (até eu tô pasma!).  Segui o passo-a-passo da receita, apesar de ter cortado pela metade nas quantidades. Para fazer este bolo eu precisei de: 500 g de aipim (mandioca); 75 g de coco ralado; 50 g de manteiga; 1 e 1/2 chávena de açúcar; 2 ovos médios; 100 ml de leite de coco; 1/2 chávena de leite; 1 pitada de sal. 1. Desfiz a mandioca na liquidificadora; 2. Adicionei os ovos, o leite, o leite de coco e a manteiga; 3...

Tabule de maçã, uvas passas e amêndoas

Cresci em Itapeva, uma pequena cidade do interior de São Paulo. Já não me recordo se todos os anos ou com que frequência lá se realizava a Festa das Nações. Mas sei que a adorava. Era um evento que envolvia toda a comunidade, sobretudo aquelas famílias mais envolvidas com a paróquia local.  Eu gostava da festa, dos trajes e, claro, de todos aqueles pratos diferentes, confeccionados à escala "planetária" que, apenas na Festa das Nações, eu tinha oportunidade de provar. Naquela altura, eu não sabia que viria a gostar tanto de Tabule, uma comida do oriente médio, feita com bulgur (trigo) e salsa, como ingredientes principais. Pois na tenda libanesa, os Kibes eram os meus bolinhos favoritos. Talvez, esta minha memória de infância, explique a felicidade que senti quando, no início desta semana, no menu que recebo com dicas culinárias do "New York Times", deparei-me com uma receita de Tabule de maçã. Agradou-me também o fato de ver explorada uma outra versão Tab...

Pizza para comer a qualquer hora

Quantas vezes eu acordei pela manhã e fui direta para o frigorífico buscar aquela fatia de pizza que sobrou do jantar. Atire a primeira pedra quem nunca o fez. Tem até gente que diz que a pizza sabe melhor no dia seguinte, fria mesmo. Eu tenho vergonha de admitir, mas ainda me apetece comer pizza pela manhã. Ou pela hora do almoço. A verdade é que eu não queria ter de esperar pela sexta-feira ou pelo final de semana para comer pizza. Depois daquele post com massa de pizza de grão de bico, eu continuei minha pesquisa de sabores e descobri coberturas deliciosas e mais nutritivas. Algumas receitas para toppings são bastante inspiradoras, mas nem sempre combinam com o pequeno almoço. A minha versão de pizza saudável leva: 1 disco de massa integral para pizza (feita em casa, claro), 1/2 abacate pequeno às fatias; Folhas de manjericão; Folhas de rúcula selvagem; Queijo feta (sem exageros); Azeite q.b.; Pimenta preta (moída na hora) q.b.; sal (opcional). Cá em casa, as porções...

Cupcakes de chocolate (sem lactose)

Outro dia, uma amiga ofereceu-me um delicioso bolo de mel de cana-de-açúcar, tradicional da ilha da Madeira. O bolo era tão gostoso quanto inspirador. E foi a partir desta prenda deliciosa que eu desenvolvi a minha receita de cupcake de chocolate, sem lactose. Estes cupcakes também são uma opção de sobremesa vegana, uma vez que também não levam ovos e nenhuma proteína animal. Para fazer os meus queques eu usei: 80 g de ameixa preta seca, desfeita em puré; 1 banana bem madura esmagada; 1/3 de copo de azeite; 1 colher de sopa de linhaça dourada; 100 g de açúcar mascavado (escuro); 1 chávena de farinha de trigo; 2 colheres de sopa de cacau em pó cru*; 1 colher de fermento em pó (Royal). Hidratei, de um dia para o outro, cerca de dez ameixas pretas secas, num copo com água. Deitei fora a água excedente e desfiz as ameixas hidratadas em puré. Numa batedeira, juntei o puré, a banana esmagada e o azeite e bati durante uns dois minutos. De seguida, juntei a linhaça dourada...

Sequilhos (três ingredientes)

Um dia bem passado, para mim, tem necessariamente de começar ou acabar na cozinha. E, quando a companhia é boa, não há como dar errado. O meu sábado foi assim. Depois de uma tentativa frustrada de estar com as crianças na praia, decidimos voltar para casa e petiscar. Quando já não havia mais espaço para os petiscos, resolvemos fazer umas fornadas de sequilhos. Estes biscoitinhos  dão algum trabalho a moldar, mas são ridiculamente fáceis de fazer e são ótimos para acompanhar o café (ou chá). Levam apenas três ingredientes. 600 g de amido de milho, uma lata de leite condensado e duas gemas. Depois basta envolver tudo com as mãos até obter uma massa homogénea. Fazer pequenas bolinhas e amassar com um garfo. E assar por 15 minutos, num forno pré-aquecido a 200º C. Renderam três tabuleiros cheios, mas metade é oferta para os amigos que ajudaram no preparo enquanto entre confidências e gargalhadas, não foi Thiziane?

Pizza de grão-de-bico

Divirto-me a buscar receitas alternativas e, às vezes, inusitadas, para pratos ordinários. Nestes dias andei a fazer experiências e a buscar receitas para "brincar" um bocadinho com a pizza. Encontrei de um tudo. Por exemplo, que tal substituir a massa tradicional da pizza por uma feita com grão-de-bico cozido e triturado? E à base de couve-flor? Quinoa? Eu fiz o teste cá em casa com o grão-de-bico e não ficou nada mal. Claro, que esta alternativa não equivale a comer uma pizza, mas a cobertura e o formato, de alguma forma, lembra-nos um bocadinho. A minha "pizza" de grão-de-bico ficou assim: 400 g de grão-de-bico cozido e escorrido; 100 g de queijo feta; 1 cebola roxa; 2 colheres de azeite; Molho de tomate (de lata, mesmo); Tomilho q.b.; Triturei os grãos num processador de cozinha. Forrei um tabuleiro com papel vegetal e assei o grão-de-bico triturado sobre ele, dando-lhe forma. Assei por 15 minutos. Cobri com o molho de tomate, a cebola roxa, que ...

Pão de alfarroba com aveia e linhaça

Tem melhor que acordar pela manhã e ter o pão quentinho à mesa? Sim, comer o pão ainda quente. Pensando nisto, ontem à noite preparei uma massa de pão rústico e programei o forno para a começar a assar às 7h. A ideia era a de que a massa levedasse durante à noite e, pela manhã, bastaria desligar o forno. O sonho acabou às três da manhã, quando eu comecei a sentir um cheirinho a pão pela casa. Como eu tenho o sono leve, fui espreitar para ver se não estava a sonhar e, para a minha decepção, tinha perdido o pão. Voltei para a cama desiludida, mas, ao menos, foi só o pão. De manhã, arregacei as mangas novamente e voltei a amassar outro pão. Desta vez, nada poderia correr mal. Lembrei-me de juntar à massa, algumas "fibras" e foi assim que nasceu a minha versão do pão de alfarroba com aveia e linhaça. Para esta receita, eu usei; 320 ml de água morna; 1 saqueta de fermento rápido de padeiro; 270 g de farinha de trigo integral; 200 g de farinha de trigo (mais para trabalhar...